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24 abril 2007

GRANDES CONSUMIDORES: AS CRIANÇAS




[Foto: da Revista Época]


As crianças são presas fáceis das campanhas publicitárias.Quem tem filhos ou sobrinhos vai entender o que quero dizer. Nos anos 80, as crianças eram repentinamente raptadas para outra dimensão, a do consumismo. Os comerciais da época, eram como conto de fadas, elas queriam os brinquedos “ESTRELA”, a bicicleta “Caloi” e a boneca Barbie. Eram hipnotizadas pelo slogan: “Compre Batom, compre Batom, seu filho merece Batom...”. Essas marcas detinham o posicionamento na mente do consumidor mirim. Os pequenos gigantes têm grande poder de influenciar as decisões de compra, muitas das vezes fazem os pais gastarem o que não têm.

Enquanto isso na liga da justiça... ou melhor, enquanto isso na Banda do Marketing*... pessoas trabalham arduamente para garantir a vantagem competitiva no mercado infantil. Atualizam as ofertas de produtos, produzem comerciais atraentes, criam canais de comunicação, desenvolvem sites interativos, enfim, estão suando a camisa, vale tudo para não deixar escapulir pelos dedos o público-alvo.

Falar em criança, não é só falar em brinquedos, elas sabem o que querem: escolhem o que vão vestir, calçar, comer, e, até celular. O consumismo infantil é estimulado sem dúvida, pelas personalidades da TV através de propagandas. O maior problema está no tempo em que elas passam em frente da televisão, em média, cinco horas diárias.

Se por um lado isso é preocupante para os pais, por outro, é uma tendência do mercado. Elas estão amadurecendo precocemente devido à velocidade da informação. Por conta disso, A Banda do Marketing na mesma velocidade, usam estratégias e argumentos para atingir tanto os pais quanto as crianças, levando em consideração é claro, a ética no marketing.

Ressalto a ética, porque devido à competitividade do mercado, o marketing tem sido utilizado como uma ferramenta capaz de mudar o comportamento do consumidor. Atualmente, há um abuso irremediável das propagandas, algumas são enganosas, prometem aquilo que não podem cumprir. Campanhas publicitárias com essa filosofia são produzidas pela banda podre do marketing, cujo objetivo é empurrar goela baixo produtos, muitas das vezes de péssima qualidade.

Não importa as iguarias postas à mesa. Queremos consumir a verdade e o respeito.

Com informações do Jornal do Commércio - RJ

*A Banda do Marketing: obra registrada por Lena Casas Novas. Reúne dissertações que abordam assuntos a respeito da percepção do consumidor comum para as táticas e estratégias implementadas no mercado de tendências.


"Se chegar mais perto..."

28 outubro 2006

BANDO DE DADOS


Com que freqüência você vai ao médico ver seu banco de dados? Sim, o diagnóstico de um médico são dados para sua vida. É através de exames que você conhece o funcionamento do seu corpo e dos seus aparelhos.
Para uma empresa, não é diferente, o banco de dados é uma ferramenta de marketing capaz de gerar resultados fidedignos. Estamos rumo ao relacionamento, um dia agente chega lá, se continuarmos fazendo as lições de casa, chegaremos ao retorno sobre investimento.
Não quero dá uma de acionista puritana, não! Mas enfatizar que um investimento vai descer morro abaixo, se o relacionamento com clientes, funcionários, fornecedores e parceiros não for consistente.
Não é fácil implementar um banco de dados relacional. Muitas empresas que dizem estar ingressando nessa era, às vezes, estão num passo anterior. Nós denominamos esse estágio primitivo de “bando de dados”, no qual as informações são difusas. de difícil recuperação e incompletas. MADRUGA(2004, p.77).
A tecnologia é volátil, muitas empresas se perdem no meio do caminho. Ainda continuam com seus “bandos de dados”, praticando o marketing transacional, vivendo a idade da pedra lascada.
Vamos embora!

09 setembro 2006

TELEMARKETING
Como você reage quando recebe ligações em momentos inesperados de pessoas querendo vender até a sogra? Dá até para imaginar você resmungando neste momento. Sim, ficamos indignados com um telemarketing ativo e automático. No qual tentam-nos empurrar produtos que não queremos consumir, expresso-me assim, como consumidora comum. Mas como profissional, sei que o telemarketing além de fundamental para uma organização tem muitos pontos a melhorar, por exemplo, deve ser mais brasileiro, quente, espontâneo, quebrando o modelo americanizado e frio.


Muitas das vezes quando você liga para um S.A.C., sua experiência é uma das piores possível, primeiro você tem que falar com a máquina e ficar apertando "um" para ir até o vigésimo andar, "dois" para escolher entre o bem e o mal, "três" para... Somente depois que seus dedos estão calejados e as orelhas queimadas, aparece algum ser do outro lado da linha, que não se difere da gravação automática para dizer que não vai poder te ajudar.


Não tenho nada contra o profissional de telemarketing, ele é pago para fazer este trabalho. Ele não pode exercitar seu lado humano, pois é obrigado a fazer sua rotina padrão. Mas sou contra o atendimento automático, se estamos rumo ao Relacionamento... Por que tem esse vácuo entre consumidor e empresa?

01 setembro 2006

BARREIRAS NO CAMINHO



Responda rápido! Quantas funções você desempenha na empresa onde trabalha?
Já sei, perdeu a conta, não mesmo? São tantas...

As organizações estão cada vez mais exigentes com seus atuais e futuros profissionais. Elas estão buscando profissionais multifuncionais. Ora, o mercado de trabalho está extremamente competitivo, e para sobreviver, você terá que trabalhar pelo menos por três profissionais. E não pense que estou exagerando. Se você não tem disposição ou está escolhendo emprego, não sei o que vai ser de você.

Já ouviu falar em acionistas? Pois é, estes são os que ditam as regras das empresas. De fato são os que querem o retorno sobre o investimento. O cliente tem sempre razão? Não quero levantar polêmica, mas só tem razão os rentáveis, os que gastam, o que geram lucro.
Aí, você me pergunta: Por que estamos a caminho do relacionamento, se aprendemos até agora que a transação é coisa do passado?

Aí, eu te repondo com outra pergunta: Você acha que este caminho é plano? não pensou nas barreiras que iríamos encontrar?
Bem-vindo ao mundo real! 

Se você pensa que está trabalhando muito, que está fazendo várias funções ao mesmo tempo e ainda com muita retidão. Não espere reconhecimento, não peça aumento e muito menos reclame pelos corredores, você faz mais que sua obrigação!
Nossa, Lena! você está sendo muito ácida. Negativo! Estou sendo realista, sabe qual é o maior patrimônio de uma empresa? Se você respondeu, funcionários ou clientes, enganou-se completamente. 

Se os funcionários são patrimônio, por que a Volkswagen do Brasil ignorou a pressão do governo federal e iniciou nesta terça a demissão de 1.800 trabalhadores da fábrica de São Bernardo do Campo (ABC paulista)? 

Se os clientes são patrimônio, por que são perturbados em pleno descanso por pessoas de telemarketing tentando vender alguma coisa? Nem vou entrar no mérito da questão, por que é assunto para próxima postagem. 

Não desista de percorrer este caminho eu sei que é árduo.

26 agosto 2006

MARKETING DIRETO

Refresque a sua mente! Quantas pessoas já bateram na sua porta vendendo seguros, plano de saúde, livros etc.? Quantos destes produtos você comprou?


A idéia de Marketing Direto pode ser compreendida como uma transação através de multicanais: telefone, correios, quiosque, pessoal. Mas não podemos achar que o Marketing Direto está ultrapassado e que lembra apenas transação. Ele é tão atual quanto o Marketing de Relacionamento, não é contradição, vamos ao escopo de atuação.


Para fidelizar clientes é necessário utilizar o Marketing Direto. Pois é a ferramenta de marketing capaz de proporcionar uma comunicação entre o consumidor e empresa. Através de um banco de dados atualizado e de um Sistema de Informação de Marketing, é feita a segmentação de clientes por perfil, volume de compra, recenticidade freqüência, etc. com intuito de personalizar o atendimento e o contato do cliente.


O objetivo do marketing direto é construir um relacionamento duradouro gerando benefício ao cliente e melhorando o lucro da organização. Quando se utiliza o conhecimento adquirido baseado no relacionamento, abre-se a oportunidade para aumentar o Ticket Médio e motivar a repetição de compra.


Vem comigo! Estamos rumo ao Relacionamento.

25 agosto 2006

Marketing de Relacionamento
TRANSAÇÃO

A evolução do Marketing representada pelo encontro de dois paradigmas.O Marketing Tradicional com sinais de declínio aparti da década de 80 e o paradigma Relacional que ainda não Chegou ao seu auge, mas vêm Crescendo. (MADRUGA, Roberto. Guia de implementação de marketing de relacionamento e CRM. São Paulo: Editora Atlas, 2004.)

Está sendo uma jornada árdua, tem muitas pedras no caminho. Falar em relacionamento em um mundo compulsivo por capital, é controverso. No Brasil a transação é pedrominante, somentes as empresas que buscam sua sobrevivência no mercado, colocaram o pé na estrada e aderiram ao marketing de relacionamento.

O marketing transacional é orientado para vendas, não existe a preocupação em manter o cliente motivado a repetir a compra. Sua principal filosofia é bater metas de vendas e a fidelidade do cliente não faz parte da missão da empresa.

A transação de vendas deixa o clima organizacional tenso e estressante, isso é percebido através do comportamento dos vendedores, pois eles têm que "bater a meta de vendas" para garantir seu emprego. Por tanto vendem até produtos que os clientes não necessitam. "É uma via de mão dupla". O comportamento do consumidor é volátil, estão atentos ao canibalismo de vendas, percebem o custo x benefício dos produtos e serviços e exigem serem tratados de forma personalizada.

Tenho a convicção que a meta de vendas poderíam está atreladas à fidelização, pois o reflexo de um bom relacionamento está na freqüência, recenticidade e volume de compra dos clientes. Mas se as empresas não gerenciarem sua carteira de clientes, não podem estabelecer metas.

Não podemos deixar a batuta cair. A Banda do Marketing tem que acompanhar o percurso do consumidor moderno. A transação é coisa do passado, mas infelizmente muitas empresas estão estagnadas.
...
Começa a largada para mais um desafio do Marketing, tornar realidade o marketing de relacionamento dentro das organizações.


Que soem as trombetas!

16 agosto 2006

MARKETING DE EVENTOS

Você deve está se perguntando... O que tem a ver o novo filme do X-MEN com Marketing de eventos? Pois bem, acho que o marketing é um mutante! Lena, você bebeu? Não, eu estou mais sobria que o Vanucci e o Jeremias juntos. Acontece que o marketing está sempre em mutação. Mais uma: Marketing de Eventos.


Na HSM Management 56- maio-Junho/2006 fala que os profissionais de marketing estão cada vez mais apostando em eventos. Uma pesquisa Norte Americana revela que 70% das empresas consideram eventos parte vital da estratégia de marketing, mas apenas 31% tem informações necessárias para avaliar o retorno sobre investimento. Reportagem da Sales & marketing explica por que cada vez mais as empresas recorrem ao marketing de eventos para atingir os clientes como garantem sua eficácia.


A foto do novo filme do X-Men foi só para ilustrar, muito embora tenha acontecido um mega evento de lançamento do novo filme. Na verdade quero enfatizar que o marketing deveria fazer parte da escola de mutantes do Professor Xavier. O marketing tem super poderes: se adapta em diverso mercados, acompanhar tendências, muda percepção das pessoas, transforma o comportamento do consumidor e muda a imagem de uma empresa.




Falando em maketing de Eventos... A HSM MANAGEMENTE, dá algumas dicas:

1- SEJA DONO DO EVENTO, NÃO ALUGUE

Os dias em que as organizações simplemente inseririam seu logotipo nos eventos alheios estão acabando. O marketing de eventos estão estreitamente associados aos patrocínios, mas as empresas começam a concluir que a promoção de eventos próprios traz benefícios exclusivos.

2- GARANTA ENVOLVIMENTO DA EQUIPE

O envolvimento do pessoal interno em eventos voltados para as clientes constitui parte importante do processo de garantir consistência quando os funcionários travam contato com o mercado. A propaganda boca -a boca não acaba com a venda do produto. Se trabalha para um companhia e faz um péssimo atendimento em um serviço com o cliente, pode destruir a reputação da marca da noite para o dia. A combinação de eventos externos com eventos internos tem um benefício adicional: a redução de custos.

3- APRENDA ESTE SEGREDO: BUSQUE O MELHOR LUGAR.




Assim como ocorre com com a propaganda, o local desempenha importância imensa no sucesso de um evento de marketing. Uma boa regra é lembrar que os consumidores tendem a estar mais recptivos a absorver as mensagens associadas as marcas em locais onde isso é esperado. Muitas vezes, isso equivale aos locais a que eles costuma ir para gastar dinheiro, como shoppings centers, eventos esportivos e festivais de verão.

10 agosto 2006

MERCHAN, NÃO! MERCHANDISING!


Aposto que você já ouviu essa frase: "Isso é merchan..." Se essa moda pega... Mortos e vivos que definiram tão bem o merchandising estão se mexendo no túmulo ou querendo se matar respectivamente. Por conta da ignorância e do modismo, a palavra merchandising está sendo usada de forma pejorativa quando substituída por "merchan". A comunicação do homem está sendo contaminada por gírias, palavras torpes e vulgares que, muitas das vezes tiram o sentido real de palavras técnicas e cientificas. Na Contaminação Sistemática faço uma abordagem discreta sobre isso.

AFINAL, O QUE É MERCHADISING?
1-Prop. Designação corrente da propaganda não declarada feita através da menção ou aparição de um produto, serviço ou marca durante um programa de televisão ou de rádio, filme, espetáculo teatral, etc.2-Market. Conjunto de atividades direcionadas para colocação, em condições ideais, no mercado de determinado produto ou serviço com relação a lugar, momento, quantidade e preço. Esforço Promocional, feitos nos pontos- de- venda, em que utiliza displays, cartazes,amostragrátis.

É o planejamento e a operacionalização de atividades que se realizam em estabelecimentos comerciais, principalmente em lojas de varejo e de auto serviço com parte do complexo mercadológico de bens de consumo, tendo com o objetivo expô-lo ou apresentá-los de maneira adequada e criar impulsos de compra na mente dos consumidores.
MERCHANDISING NO BRASIL
No Brasil, ele é praticado com intensidade nos supermercados. A maioria dispõem de displays, dispensers, checkouts e uma série de materiais promocionais de comunicação interna tais como: cartazes, bandeirolas e etiquetas que estimulam o consumo.
Grandes empresas colocam promotores no posto de vendas para organizar e repor os produtos de tal forma que o ponto de venda esteja atraente através de exposições bem elaboradas e planejadas.
SEM CONFUSÃO
Não podemos confundir promoção de vendas com merchandising. A promoção de vendas acrescenta algum benefício ao produto por tempo determinado, enquanto o merchandising é a soma das ações promocionais que controlam o último estágio de comunicação.
DRAMATURGIAS E PROGRAMAS DE TV
Atualmente, o uso do merchandising dentro de novelas, mini-séries, seriados e programas de TV está cada vez mais constante. É uma tendência na televisão mundial, pois o telespectador ficar menos na frente da TV durante os intervalos comerciais, uma vez que existe uma variedade de canais e uma concorrência acirrada pelo telespectador.
Este mês, participei de uma palestra sobre Merchandising em uma grande emissora de televisão brasileira. Na ocasião o palestrante a firma tal tendência e salienta que seu departamento comercial está atento aos pontos ociosos à pratica do merchandising, buscando sempre oportunidades de negócios e atrair clientes potenciais. Afirmou ainda que poucas empresas no Brasil estão dispostas a pagar pela inserção. Pois o custo é muito superior ao das propagandas nos intervalos comerciais normais. A produção envolve roteiristas, atores e diretores, que ganham porcentagens sobre o custo da ação. Ele não falou em números.
Percebam que nas dramaturgias há uma sutileza na hora de apresentar o produto, depende do cenário, da cena e do artista. Já nos programas, o apresentador pára para falar do produto de forma persuasiva, integrante e natural testemunhando os beneficios do produto apresentado.
Votando ao Tema..."Não pague mico" por aí: Merchan, não! Merchandising.

BIBLIOGRAFIA:
SILVA, Joaquim Caldeira da. Merchandising no Varejo de Bens e Consumo. São Paulo: Atlas,1990.
FREITAS, Sebastião Nelson. Merchandising na Prática/Sebastião Nelson Freitas, Marcos Natali—São Paulo: Editora STS, 1995.
FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo Aurélio Século XXI: O Dicionário da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1999.