31 outubro 2014

Homens que não sabem amar


Quando as mulheres se juntam, não demoram muito para colocar o homem em pauta.




No último clericot com ‘azamigas’ falou-se sobre homens que têm fobia a relacionamentos — Freud explica —, que aqui vamos classificar gentilmente como ‘homens  que não sabem amar’.

Mulheres que querem ser amadas devem correr de homens que, de prima, falam de outras mulheres – principalmente da ex. Se possível, elas devem fugir para as colinas. Sim! É como um sinal do fim do mundo. Nenhuma precisa sentir o cheiro da outra, nem ter medo do fantasma da ‘falecida’. 

Homens que não sabem amar não têm atitude! Terminam seus relacionamentos várias vezes sem motivo  não têm peito para manter uma relação. São caras que vão falhar na hora ‘H’  não porque estão com problemas pessoais; possuem disfunção erétil; ou estejam cansados. Mas porque são acomodados demais para buscar prazer. No dia seguinte ainda pedem desculpas pelos atos falhos. Não aceite! Eles precisam saber que não são autossuficientes. 

Homens que não sabem amar são chatos! Ficam sempre buscando mulheres perfeitas desde que descobriram que elas podem ter celulite. Para eles, as mulheres não podem engordar, mas sempre as levam para comer petiscos à noite. Elas precisam saber sobre a taxa Selic, mas as fazem perder aulas na faculdade para ajudá-los a comprar um sapato. Esses malas patrulham as redes sociais delas e desconfiam de todos os ‘likes’.

Homens que não sabem amar aparentam ser ‘boa praça’ para não se sentirem rejeitados nos ambientes que frequentam. Desconfie de caras muito legais. Eles têm um inferno pessoal — adoram suas vidas amargas e arrastam outras pessoas para elas.

Uma mulher que sabe amar não nada contra a corrente quando conhece o curso da sua vida... Ela sabe onde fica o norte – não precisa ir muito longe em relacionamentos que tendem a naufragar. Ah! E se, por acaso, esquecerem as coordenadas, há sempre uma amiga para avisar.

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13 outubro 2014

TOMEI UM PÉ NA BUNDA

Bombou, na última semana, mais uma crônica da Ruth Manus para o Estadão sobre as mulheres fantásticas que também tomam um pé na bunda.



Bem, mesmo com toda essa história de igualdade de gênero, os sujeitos-homens por mais que estejam dentro das mudanças ambientais do mundo, sua natureza é imutável. Eles se adaptam a uma coisa aqui, outra ali... mas serão sempre iguais.
Quando a autora diz que suas amigas solteiras têm um mesmo perfil: bonitas, inteligentes, bem sucedidas, bem vestidas e bem resolvidas, isso pra mim não quer dizer nada. Uma vez que nos foi dada essa oportunidade — de ser tudo isso —, vamos aproveitar, minha gente!
Esse fenômeno do ‘pé na bunda’ é produzido pela intolerância humana. No fundo, o orgulho de se ter algum sucesso, especialmente por parte das mulheres, bloqueia um relacionamento — talvez feliz — com um homem que fala errado, mas lava as louças; que ganha menos que ela e ainda conta moedinhas, mas a faz sorrir de suas piadas; ou que não tem muito papo depois do sexo, mas não é do tipo ‘come e dorme’.
Se eu fosse homem, não ficaria com uma mulher que não me aceitasse como sou. Como se já não bastasse aguentar TPM; ciúmes bobos; ou ter que lembrar de datas de aniversário de namoro ou casamento e até da cor da roupa que ela usou no primeiro encontro. O pior seria eu ter ainda que inventar mentiras para justificar meu atraso de quinze minutos em casa, depois de um dia cansativo no trabalho.
Minha linda... esteja preparada para tomar um pé na bunda. Assim, você não se esquece de olhar para frente. Ah! E faça exercícios para os glúteos!

Se você ainda não tem um grande amor, espere por uma pessoa livre: de casos mal resolvidos; de frustrações; de carências. Seu coração precisa ficar disponível para viver experiências inéditas! Não gaste energia com relações que ferem seu bem-estar — tome isso como sinal; encerre imediatamente esse ciclo. Deixe para sofrer somente se for necessário, a não ser que você tenha prazer.


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09 outubro 2014

Pensamento #25 - Grande amor



Se você ainda não tem um grande amor, espere por uma pessoa livre: de casos mal resolvidos; de frustrações; de carências. Seu coração precisa ficar disponível para viver experiências inéditas! Não gaste energia com relações que ferem seu bem-estar — tome isso como sinal; encerre imediatamente esse ciclo. Deixe para sofrer somente se for necessário, a não ser que você tenha prazer.





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