15 agosto 2014

JOGA NO BICHO!




Eu fui bem criada! Aprendi a respeitar a natureza, os animais, os mais velhos. Na infância, levei muitas palmadas; apanhei por sílaba: ‘Eu-já-não-te-fa-lei-que-não-é-pa-ra-fa-zer-is-so?’. Porém, nunca me revoltei contra meus pais.

Muito se comentou nas redes sociais sobre o caso do tigre que arrancou o braço de uma criança no Zoológico. Ativistas de proteção aos animais balburdiaram de que, se o tigre estivesse em seu habitat natural, a tragédia teria sido evitada. Mas isso é óbvio, não?! O fato é que nunca houve uma ruptura neste tipo de atração – os zoológicos existem há anos.

Foi lamentável – triste para uma criança –, mas poderia ter sido evitada se a ‘Lei da Palmada’ não tivesse sido sancionada pela Xuxa, digo, pela Dilma. Se o pai reprimisse seu filho com uma palmada, poderia até ter sido acusado de agressão; mas preferiu deixar seu filho se tornar um desbravador.

O pai merecia levar umas palmadas por desobedecer às regras do local. Agora, cogitar a possibilidade de o tigre ser sacrificado é um absurdo! Não há laudo veterinário que comprove algum tipo de distúrbio no animal.

Sabe de uma coisa? Quem deveria ser sacrificado nessa história é o Estado. Primeiro, por interferir tão diretamente na criação dos filhos de seus cidadãos; segundo, por permitir atrações com animais selvagens. 


Série completa: AQUI

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