08 abril 2014



No seu âmago permaneço
Bebo deste vinho tinto
Quando transbordas, eu sinto!

O teu vapor se condensa
Ligeiro...voltas ao sóbrio,
Banhas com sangue notório
A cama da inconsciência,
Sem saber da consequência,
Mergulhas no meu recinto
Quando transbordas, eu sinto!

Caímos no denso desejo...
Lembra do sonho insensato?
Gosto do estilo arriscado
Deste futuro imperfeito.
Viajo nesse seu jeito,
Com o pavio tão distinto,
Quando transbordas, eu sinto!

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