17 outubro 2010

entrelinhas e pontos...




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deixei de existir n-vezes
por causa da sua existência,

até neguei três vezes
a minha forte essência,

que a onda levou por um tempo,
mas foi devolvida pelo banzeiro
num arremesso porta a dentro

escondi no meio do nada,
sem prazo de entrega
para corpo e alma,

entrei em simetria axial
arrebentei a crisálida,
ficou apenas um ponto:final.

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5 comentários:

Larissa Marques disse...

lena,
que saudade...
bom me deparar com sua poesia aqui na Falópios, mata um pouquinho da saudade!

Ruy disse...

Sempre um texto de qualidade vindo da Lena.

Maria Julia disse...

Gostei do poema Lena.
bjos

Marcelo Mayer disse...

e sem tempo para pensar em vírgulas.
apenas uma palavra: perfeito!

Carol Sakurá disse...

Belo e poético!
A delicadeza das misturas das letras e da imagem pontilhada me remete as rendas do nordeste.
Abs!

Carol Sakurá
lepoeteenfleuer.blogspot.com