30 agosto 2008

Geração “Copy Cola”



Recordar é viver! Portanto, eu adoro recordar meus diários e agendas. Sou dos anos 80, e curti essa época de montão! Mas, quando saio da nostalgia, deparo-me com um mundo transformado. A realidade digital mudou o comportamento da meninada de hoje. Eles estão sempre falando em Orkut, MSN, Blog, Flog, Twitterjogos virtuais etc. Eu e meio mundo de pessoas da mesma idade acompanhamos o passo-a-passo dessas mudanças no mundo dito, globalizado. Devo admitir: sou viciada em internet. Tenho abstinência se passar um dia sem acessar.
Certa vez, fui a uma Lan House, e fiquei extremamente indignada com o comportamento da garotada. Mal educados, desrespeitosos e barulhentos. Mas eu necessitava dos serviços daquele estabelecimento. Pois bem, estava com um headphone e conversava algo muito importante com meu interlocutor, de repente, um famigerado ligou no volume máximo um aparelho de som plugado ao computador. Que ódio! Além de ser obrigada a ouvir pagode e funk, e de não está numa cadeira confortável, tive que interromper minha conversa.
Você acha que ainda volto lá? Mas nem se a hora for gratuita. Nem quero saber se o dono depende destes clientezinhos para continuar com sua empresa aberta.
A realidade virtual induz a falta de respeito em vários aspectos. Gostaria de citar uma única: a falta de respeito aos Direitos Autorais. A geração “copy e cola” está deitando e rolando com trabalhos alheios. Os “emuladores” tornaram-se ferramentas indispensáveis para realizarmos tarefas, contudo servem como arma para danos morais e até materiais.
Por esses dias, fui ao cinema assistir ao filme 13 Homens e outro Segredo. A sala estava vazia. Pensei: será que esse filme não está legal? Paguei para ver... então, é conferir! Muito bom!
Quando as letrinhas subiram, fiquei meditando sobre aquela sala vazia... meus pensamentos estavam nos “emuladores”. Essas pragas estão tirando as pessoas dos cinemas. Pensem! Os caras gastam rios de dinheiro para produzir um filme, e, depois da pré-estréia, oportunistas baixam o filme na íntegra a custo zero. Mas qual é a graça nisso? Tirar onda com os amigos para ver quem tem o filme primeiro? Imbecis!
Eu não agüento – fico para morrer – quando alguns imbecis baixam filmes para comercializar, sem pagar os devidos direitos autorais. E o pior, eles têm demanda! É a famosa lei da oferta e da procura.
Sabe quem tira onda de verdade? Aqueles que têm dinheiro para ir ao cinema e vê na tela grande a boa imagem e os efeitos que somente no cinema dá para ver. Tira onda quem ouve o bom trabalho desempenhado pelos sonoplastas – que vão muito além dos “sonzinhos” de home theater.
Gente, eu não quero polemizar, pois, fazer download de músicas e vídeos é trivial. Para que serve, então, aparelhos de MP3, MP4 e iPod, se não houvesse tal recurso? Quero chamar atenção para epidemia de uma doença sem cura: pirataria.

"Se chegar mais perto..."

28 agosto 2008

DEPOIS...

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26 agosto 2008



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