27 setembro 2008

NEM VEJA


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Os olhos de Cain
transcendem a alma.
Por dentro, diz assim:
quero isso na marra!
.
Disputa uma posição
A tapas na orelha,
Por sua frustração,
Nega virtude alheia.
.
Em grande tormento cai,
Quando sua sagacidade
Fica para trás.
.
Por sua incompetência,
condena-se a pena interna,
reclama da sua existência
Mergulha na sua inveja

2 comentários:

Ana D disse...

Poesia tem sonoridade e algumas delas vão além: tem explícita sensibilidade...Andei por aqui lendo e apreciei por demais!

Gilberto Dvino disse...

muito interessante seu texto Lena é de uma visão ,uma clareza e ritmo muito próprio das pessoas mais sensíveis espero que me permita trocar idéias e poemas pois sempre os escrevi e me deu vontade de reparti-los com vc ,bye,amiga .Vc é ótima !!!!!