27 janeiro 2008

VIVENDO A MORTE
[Fonte foto]



Estava Gonçalves Dias
No seu exílio eterno,
Apreciando as andorinhas
Fazendo verso.

Gritou Aluisio de Azevedo:
- Êi, poeta!
Ao fim da luz poente
Dias o abraçou com festa
Azevedo chorou contente

Passeavam pelo cruzeiro sul
Brincavam de colher estrela,
Num dia de céu azul,
Viviam a morte sem tristeza.

[LEIA + O Avivamento da Poesia]

7 comentários:

Emerson Selva disse...

Olá Poeta!

obrigado pelo comentário. Depois de indas e vindas é bom fazer novos amigos.

Já está linkada!

Bjão

t+

Lena Casas Novas disse...

É tão simples viver. As vezes tão contraditório que até mesmo morrendo, se vive...

Anônimo disse...

É tão simples viver. As vezes tão contraditório que até mesmo morrendo, se vive...

Jeane disse...

Olá, Lena, muito legal o teu blog, lindas poesias e imagens.
Beijos :)

Anônimo disse...

Obrigada pela visita ao bióloga poetisa!!Esse espaço aqui é bem interessante.O poema:uma descrição ousada...gostei da colocação das palavras e a ritmo fluente do poema...beijuuss

Júnior creed disse...

Obrigado pela visita ao Vale. essa imagem me lembrou uma pintura... linda!!!!

guilherme roesler disse...

Muito bom Lena!!

Toda vez que passo aqui coisas boas me são apresentadas.

Abraços.