24 novembro 2007

DESPEDIDA
Dia-após-dia, morrerei contigo!
Cubra-me com teus beijos!
Afaste a distancia
- Meu castigo.
Liberto do hospício,
Meus desejos.


Entrego-me nas firmes garras,
Deixo escapulir meus gritos.
O reflexo das tuas pernas
- Entrelaçadas...
Sinto as mutações dos gemidos.

Não penso em mais nada,
Durmo na linha horizonte
Bebo da boca envenenada,
Viajo no vai-e-vem delirante.

O prazer embriagou meu corpo,
O vinho circula na veia repulsiva,
Dsprezei a lucidez - que amor louco!
Para não enfrentar a despedida.

[leia + O Avivamento da Poesia]

21 novembro 2007

Ô Gente Brava!


[Fonte Foto]


O Nordeste é logo ali, dá para ver o rosto brilhando daqui. A recepção é quente, arretada. O queixo rebola quando o sotaque se desprende: a língua parece que se enrosca entre os dentes e uma zoada é levada em banho-maria. Que Brasil cafuzo que desemboca no sul! Essa gente está sempre aperreada, faz jus a cada gota de suor que despenca. Quando mistura o sol a carne crua, todos saboreiam o melhor da sua cozinha. É uma tal de “peixeira”... que faz o povo arregalar bem os olhos com essa gente – Mas, se alguém se meter a besta achando que é apenas um preceito. Ainda não conhece a “mão-de-pilão” que está atrás da porta.
[Leia + Terra das Palmeiras]

11 novembro 2007

Amor Cafajeste[Fonte foto]

No momento,
Sente-se uma estrela,
Cadente,
Não passa de um cafajeste,
Some tão de repente
Que, do coração se esquece.

Ele é o bem-me-quer
Embora,
Não assuma o amor
Faço dele o que bem-quiser,
Por que não resisti
Ao moreno calor

[LEIA + O Avivamento da Poesia]

01 novembro 2007

Coisa de Poeta 3[Fonte Foto]

Sinto uma estranha dor na alma.Não Entendo o porquê de não encontrar remédio na farmácia.

Quando alguém encontrar, por favor, avise-me!