24 julho 2007

PEITO MATERNO


(À minha mãe)

Prisão forte confortável,
Meu desejo é sair de lá,
Feita com o saciável
Vão me ouvir chorar.


A luz do dia demora,
Pessoas adoram acariciar,
Ai!Não vejo a hora...
De esse dia chegar.


De um lado para o outro,
Proteger-me, vale o cansaço.
Arruma o berço com gosto,
Logo, ter-me-á em seus braços.


Sem prazo de validade,
Esse instinto é eterno.
Está na hora da verdade:
Ir para o peito materno.
[Leia + O Avivamento da Poesia]

5 comentários:

wander disse...

Lindo e sensivel aqui,posso dizer mais um lugar para desaguar minhas incertezas.
abraço.

Barbara P disse...

Puxa. Sabe que até chacoalhou meu instinto adormecido?

Barbara disse...

Puxa. Sabe que até chacoalhou meu instinto adormecido?

Vida em Transe disse...

Adorei o seu cantinho!
Obrigada pela visita..
O que posso dizer dos textos?
Sensibilidade a flor da pele!
Parabéns!
Beijossssssss

guilherme disse...

Parabens pelo poema Lena!

Pura sensibilidade poética.

Abraços, Guilherme