28 julho 2006

A CONTAMINAÇÃO DA COMUNICAÇÃO DO HOMEM

Vivemos num espaço sistemático formado pelos fenômenos naturais, pelas relações sociais, desenvolvimento econômico e cultural. Em meio às transformações, as revoluções e crises dentro deste sistema. Observamos a comunicação do ser humano, em uma linguagem comum ou culta que, se dissipa em tribos, comunidades e diversas sociedades.

Dentro deste espaço de raio indefinido, onde pessoas de diversas regiões, com pensamentos e anseios diferentes, religiões e classes sociais contrárias, acontece uma contaminação...
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5 comentários:

Matilda Penna disse...

Bom, Lena Casas Novas, penso que jovens se agrupam e vivem conforme a determinação do grupo, opinião própia eles adquirem com a vinda da fase adulta, muitos nem isso, levam a vida repetindo comportamentos alheios que admiram, nem todos talvez sejam nascidos para ter uma opinião sobre tudo, para ter uma opinião própia, baseada em estudos e observações.
Opinião própia seria algi de lideranças e nem todos nascem líderes, talvez?
É isso, :).

M.Eduarda disse...

Oi Lena! Que bom que vc descobriu meu blog, assim pude conhecer vc tmb!
Adorei1

beijos

Marilyn disse...

Lena!
Obrigada, querida!
Espero que volte mais vezes ao *Toda Menina*, ok!
Valeu pelas palavras e sim, tudo depende da navegação... e vem a comunicação e tudo mais! ;)
Beijo!

GRooVEziNHa disse...

fala isso pra mim, que faço engenharia de computação
huehuehue

;*

CJT disse...

Pois, Lena... é a contaminação de Orwell, a "novilíngua" confortável na sua ignorância.
São as mensagens via telemóvel [celular, por aí], os "chatrooms", sei lá, toda essa parafernália electrónica que nos põe a trabalhar em tempo real e que não deixa [porque não queremos] espaço e tempo para palavras completas.
Depois, os grupos: deste lado do mar, conforme deves saber, temos os mais diversos grupos étnicos e culturais. São brasileiros, angolanos, moçambicanos, cabo-verdianos, ucranianos, chineses, ciganos,... enfim, toda uma riqueza cultural que, habitualmente mal aproveitada, vai parar ao gueto. Cada um fala à sua maneira e de forma a que o do grupo ao lado tenha dificuldade de percepção. Protecção, portanto.
Não sei se já estiveste em Portugal [nem sei se cá vives...] mas é incrível como, num país com apenas 800kms de comprido, se conseguem tantas variantes linguísticas, mesmo entre os autóctones. Se ouvires um lisboeta e um portuense a falar, parecem-te, a ti que vens de fora, línguas diferentes... se juntares um transmontano à conversa, a coisa ainda fica melhor...
Mas isso é riqueza.
Pobreza é ler tantas vezes, por aqui pela net, "beixinhus" por beijinhos, ou "ent, td bem p aí?" para dizer então, tudo bem por aí?...
Enfim... sinais dos tempos e do infanticídio escolar...

[execelente(s) blog(s), hei-de voltar]

bxinhus!
CT